Calculadora de Empréstimos
Calculadora grátis para empréstimos pessoais, automotivos ou estudantis. Veja seu pagamento mensal
Tabela de amortização
Detalhamento mês a mês de principal vs. juros. Adicione principal extra para ver o quanto antes você pode quitar o empréstimo.
| Mês | Pagamento | Principal | Juros | Saldo | |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | $410.33 | $268.66 | $141.67 | $19,731.34 | |
| 2 | $410.33 | $270.57 | $139.76 | $19,460.77 | |
| 3 | $410.33 | $272.48 | $137.85 | $19,188.29 | |
| 4 | $410.33 | $274.41 | $135.92 | $18,913.87 | |
| 5 | $410.33 | $276.36 | $133.97 | $18,637.51 | |
| 6 | $410.33 | $278.31 | $132.02 | $18,359.20 | |
| 7 | $410.33 | $280.29 | $130.04 | $18,078.91 | |
| 8 | $410.33 | $282.27 | $128.06 | $17,796.64 | |
| 9 | $410.33 | $284.27 | $126.06 | $17,512.37 | |
| 10 | $410.33 | $286.28 | $124.05 | $17,226.09 | |
| 11 | $410.33 | $288.31 | $122.02 | $16,937.77 | |
| 12 | $410.33 | $290.35 | $119.98 | $16,647.42 | |
| … mais 36 meses … | |||||
| 49 | $410.33 | $377.01 | $33.32 | $4,327.55 | |
| 50 | $410.33 | $379.68 | $30.65 | $3,947.88 | |
| 51 | $410.33 | $382.37 | $27.96 | $3,565.51 | |
| 52 | $410.33 | $385.07 | $25.26 | $3,180.43 | |
| 53 | $410.33 | $387.80 | $22.53 | $2,792.63 | |
| 54 | $410.33 | $390.55 | $19.78 | $2,402.08 | |
| 55 | $410.33 | $393.32 | $17.01 | $2,008.77 | |
| 56 | $410.33 | $396.10 | $14.23 | $1,612.66 | |
| 57 | $410.33 | $398.91 | $11.42 | $1,213.76 | |
| 58 | $410.33 | $401.73 | $8.60 | $812.02 | |
| 59 | $410.33 | $404.58 | $5.75 | $407.44 | |
| 60 | $410.33 | $407.44 | $2.89 | $0.00 | |
Use este simulador para qualquer empréstimo de taxa fixa com amortização constante: pessoal, financiamento de veículo, crédito estudantil ou capital de giro para pequenas empresas. Para financiamento imobiliário com impostos e seguros, utilize nossa Calculadora de Financiamento Imobiliário dedicada.
Como a parcela de um empréstimo é realmente calculada
Todo empréstimo de taxa fixa com amortização constante usa a mesma fórmula: M = P × [r(1+r)ⁿ] / [(1+r)ⁿ − 1]. P é o valor emprestado, r é a taxa de juros mensal (taxa ao ano transformada em mensal equivalente) e n é o número total de parcelas mensais. A parcela M permanece fixa todos os meses, mas a divisão entre juros e amortização do principal muda drasticamente ao longo do prazo. Esse método é conhecido no Brasil como Tabela Price e é o padrão utilizado por bancos, financeiras e fintechs supervisionadas pelo Banco Central do Brasil.
Em um empréstimo pessoal de R$ 25.000 a 22% ao ano (cerca de 1,833% ao mês) por 48 meses, a parcela mensal fica em torno de R$ 788. No primeiro mês, aproximadamente R$ 458 vão para juros e apenas R$ 330 amortizam o principal. Na parcela 48, quase todo o valor é principal. Essa concentração inicial de juros é o dado mais importante sobre a amortização: explica por que quitações antecipadas nos primeiros meses economizam tanto, por que rolar a dívida no início devolve pouquíssimo saldo, e por que um empréstimo aparentemente barato na parcela pode custar milhares de reais a mais do que uma alternativa de prazo menor.
No Brasil, a Resolução CMN 3.517 exige que a instituição informe o Custo Efetivo Total (CET) em todas as ofertas: ele já inclui juros, IOF, tarifa de cadastro (TAC quando permitida) e seguros obrigatórios. Uma taxa nominal de 22% ao ano com TAC e IOF pode facilmente resultar em um CET próximo de 26% ao ano. Ao comparar propostas, compare sempre CET com CET, não apenas a taxa de juros mensal divulgada em vitrine. Se você planeja liquidar antes do prazo, o peso das tarifas iniciais no custo real é ainda maior do que o CET sugere.
Exemplo prático: financiamento de veículo de R$ 45.000
Suponha que você financie um SUV usado de R$ 45.000 em 48 meses com taxa de 24% ao ano (2% ao mês) e sem entrada. Aplicando a fórmula, a parcela mensal fica em torno de R$ 1.467, o total pago chega a cerca de R$ 70.416 e os juros totais somam aproximadamente R$ 25.416. Em quatro anos, você pagará cerca de 56% acima do preço de tabela apenas pelo custo do dinheiro emprestado — um alerta útil antes de assinar o contrato de CDC com alienação fiduciária.
Estender o mesmo empréstimo para 60 meses reduz a parcela para cerca de R$ 1.295 — mas os juros totais sobem para cerca de R$ 32.688. Você economiza R$ 172 por mês e paga R$ 7.272 a mais no total. Se ampliar para 72 meses, a parcela cai para R$ 1.184 enquanto os juros disparam para mais de R$ 40.000. Esse é o dilema clássico: um prazo maior alivia a parcela, mas cada mês adicional é mais um mês de juros compostos sobre o saldo devedor. Em um bem que deprecia rapidamente como um carro, é fácil terminar com saldo devedor maior que o valor de mercado do veículo.
Adicionar uma amortização extra de R$ 150 por mês ao financiamento original de 48 meses permite quitar cerca de 8 meses antes e economiza aproximadamente R$ 5.000 em juros. A Resolução CMN 5.112 e o Código de Defesa do Consumidor garantem o direito à liquidação antecipada com redução proporcional dos juros e do IOF, sem cobrança de multa. As amortizações funcionam melhor na primeira metade do contrato, quando a maior parte de cada parcela ainda é juros; nos últimos meses, antecipar quase não muda o custo total porque praticamente não sobram juros a economizar.
Empréstimos pessoais, veículos, estudantis e para pequenas empresas
Os empréstimos pessoais no Brasil geralmente não têm garantia, com prazos de 12 a 60 meses e o preço definido pelo score do birô de crédito (Serasa Score, Boa Vista, Quod) e pela consulta ao Sistema de Informações de Crédito (SCR) do Banco Central. Um score alto (acima de 700) obtém taxas próximas ao piso do mercado; um score baixo pode pagar mais que o dobro. Use-os para consolidação de dívidas apenas se o novo CET for claramente inferior ao CET médio ponderado do que você já deve, e fique atento à TAC (quando aplicável) e ao seguro prestamista embutidos, que aumentam o custo efetivo — uma tarifa de cadastro de R$ 500 em um empréstimo de R$ 15.000 já vale 3,3% do valor liberado.
O crédito consignado é a modalidade mais barata do mercado brasileiro, com taxas reguladas por lei para aposentados e pensionistas do INSS, servidores públicos federais, estaduais e municipais, e funcionários de empresas privadas conveniadas. As parcelas são descontadas diretamente da folha, o que reduz o risco para o credor e derruba a taxa. A margem consignável é limitada por lei (atualmente 35% para o consignado tradicional mais 5% para cartão consignado), o que também limita seu comprometimento total de renda.
O financiamento de veículos utiliza principalmente o CDC (Crédito Direto ao Consumidor) com alienação fiduciária: o carro fica em nome do banco no Detran até a quitação, e em caso de inadimplência o credor pode buscar a retomada extrajudicial pela Lei 9.514/97 e pelo Decreto-Lei 911/69. Essa garantia forte é o que permite taxas bem menores que no crédito pessoal puro. Cuidado com a chamada 'parcela balão' (uma parcela final maior) ou parcelas intermediárias promocionais: elas reduzem a mensalidade média mas aumentam o CET e podem esconder um refinanciamento futuro obrigatório.
O crédito estudantil no Brasil é dominado pelo FIES (federal, com regras próprias de carência e amortização pós-formatura) e por linhas privadas de bancos e fintechs. A matemática de amortização é a mesma aqui apresentada, mas o FIES tem carência durante o curso e um período adicional após a conclusão, o que significa que os juros do período são capitalizados ao saldo. Já para MEI e pequenas empresas, as linhas do BNDES, Pronampe e cooperativas de crédito (Sicoob, Sicredi) costumam oferecer os menores custos, embora exijam mais documentação e comprovação de faturamento.
Erros comuns a evitar
Comparar parcelas em vez de CET. Uma parcela menor em um prazo maior quase sempre custa mais em juros totais — às vezes milhares de reais a mais por uma economia aparente de R$ 100 por mês na parcela.
Ignorar IOF e tarifas. O IOF (Decreto 6.306/2007) incide diariamente sobre o saldo devedor a 0,0082% ao dia (limitado a 3% ao ano) mais 0,38% de IOF fixo na liberação. Somado a tarifas de cadastro e seguros, aumenta significativamente o custo efetivo em relação à taxa de juros nominal. Sempre olhe o CET no contrato, não apenas o percentual em destaque na publicidade.
Comprar a parcela, não o preço. Vendedores em concessionárias e correspondentes bancários muitas vezes negociam primeiro a parcela mensal e depois ajustam prazo, taxa ou produtos casados (seguro prestamista, seguro auto, proteção financeira) para atingir aquele valor. Sempre negocie preço à vista e taxa separadamente, e leia o CET e o quadro de composição do contrato linha por linha.
Pular o cronograma de amortização. A tabela mês a mês abaixo mostra exatamente quanto de cada parcela é juros e quanto amortiza o principal, com que velocidade o saldo devedor realmente cai e onde uma amortização extraordinária teria o maior impacto — revise antes de assinar qualquer contrato relevante.
Particularidades do mercado de crédito brasileiro: CET, IOF e alienação fiduciária
No Brasil, o crédito é fortemente regulado pelo Banco Central do Brasil e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A Resolução CMN 3.517 obriga bancos, financeiras e fintechs a divulgarem o Custo Efetivo Total (CET) em qualquer oferta de crédito ao consumidor: ele engloba a taxa de juros, o IOF regulado pelo Decreto 6.306/2007, tarifas administrativas admitidas, seguros obrigatórios e demais encargos. Nossa calculadora usa a Tabela Price, o método padrão do mercado brasileiro, para que sua simulação seja comparável às propostas que você receberá dos bancos. Ao consultar o SCR do Banco Central (via aplicativo Registrato) você pode conferir todo o seu endividamento ativo, dado que também é usado pelas instituições para calibrar a sua taxa personalizada.
Culturalmente, o tomador brasileiro busca aliviar a parcela com prazos longos, balões e parcelas intermediárias — estratégias que reduzem a mensalidade mas ampliam bastante o custo total, especialmente com o efeito dos juros compostos mensais. Para quem tem acesso, o crédito consignado (Lei 10.820/2003) e o crédito com garantia (imóvel via alienação fiduciária ou veículo via CDC) são as vias mais baratas. Modalidades caras — cheque especial, rotativo do cartão e crédito pessoal sem consulta — devem ser evitadas: o Banco Central já limita os juros do rotativo do cartão de crédito e do cheque especial, mas seus CETs continuam muito acima do consignado. Sempre simule antes de contratar e prefira quitar dívidas caras trocando por linhas mais baratas de menor CET.
Perguntas frequentes
Como é calculado o pagamento mensal de um empréstimo?
Usando a fórmula de amortização: M = P × [r(1+r)^n] / [(1+r)^n-1], onde P é o principal, r é a taxa de juros mensal (anual ÷ 12) e n é o número total de pagamentos. Cada pagamento primeiro cobre os juros e depois o principal.
Qual é a diferença entre APR e a taxa de juros?
A taxa de juros é o que se paga sobre o principal. APR (annual percentage rate) inclui a taxa de juros mais as taxas de originação, pontos e outros encargos do credor, o que a torna a comparação mais precisa entre ofertas.
Devo fazer pagamentos adicionais ao meu empréstimo?
Sim, quase sempre. Pagamentos adicionais vão diretamente para o principal, reduzindo juros futuros. Um pagamento adicional completo por ano pode reduzir de 4 a 6 anos de uma hipoteca de 30 anos e economizar dezenas de milhares em juros.
O que é amortização?
Amortização é o processo de quitar um empréstimo com pagamentos periódicos iguais. Os pagamentos iniciais são principalmente juros; os pagamentos posteriores são principalmente capital. Nosso cronograma abaixo mostra a quebra mês a mês.
Taxa de juros fixa versus variável?
Taxas fixas travam seu pagamento pela vida do empréstimo, são previsíveis e mais seguras. Taxas variáveis (ajustáveis) começam mais baixas, mas podem aumentar com as taxas de mercado, elevando seu pagamento de forma imprevisível. Escolha fixa para prazos longos e certeza orçamentária.
Posso pagar um empréstimo antecipadamente sem penalidade?
A maioria das hipotecas, empréstimos para carros e empréstimos pessoais nos EUA permite o pagamento antecipado sem penalidade, mas sempre revise seu contrato de empréstimo. Alguns empréstimos automotivos de alto risco e hipotecas antigas ainda cobram multas por pagamento antecipado de 1 a 5% do saldo restante.
Quanto de empréstimo posso pagar?
Uma regra comum: o total dos pagamentos mensais da dívida (empréstimos + cartões de crédito) deve ser mantido abaixo de 36% da sua renda mensal bruta. Para uma hipoteca especificamente, os credores usam uma regra DTI frontal de 28% apenas para os custos da moradia.
O que é a relação dívida-renda?
DTI compara seus pagamentos mensais totais de dívida (cartões de crédito, empréstimos, etc.) com sua renda mensal bruta. Os credores o usam para avaliar sua capacidade de lidar com novas dívidas. Geralmente, um DTI mais baixo indica menos risco para o credor. (Informativo geral, não aconselhamento.)
Como um pagamento inicial maior afeta meu empréstimo?
Um pagamento inicial maior reduz o valor principal do empréstimo, o que leva a pagamentos mensais mais baixos e menos juros pagos durante a vida do empréstimo. Também pode melhorar sua relação empréstimo-valor, o que poderia garantir uma melhor taxa de juros.
Que fatores influenciam a taxa de juros do meu empréstimo?
Os fatores-chave incluem sua pontuação e histórico de crédito, o prazo do empréstimo, o tipo de empréstimo e o ambiente econômico geral. Os credores avaliam isso para determinar o risco de emprestar a você e estabelecer a taxa apropriada. (Informativo geral, não aconselhamento.)
Um prazo de empréstimo mais curto pode me poupar dinheiro?
Sim, um prazo de empréstimo mais curto geralmente significa pagamentos mensais mais altos, mas significativamente menos juros pagos durante a vida do empréstimo. O custo total do endividamento pode ser substancialmente menor em comparação com um prazo mais longo.
O que é o principal de um empréstimo?
O principal é a quantia inicial de dinheiro emprestada ou o saldo restante do empréstimo, excluindo juros e taxas. Os pagamentos são aplicados ao principal depois que os juros são cobertos, reduzindo o saldo pendente ao longo do tempo.
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